Vamos ser criança?

Olhar o mundo com a pureza de uma criança. Enxergar a vida com leveza, curiosidade, sem pré-conceitos. Viver e não ter noção do que significa a palavra futuro. Ficar cansado de brincar, rir e chorar com as coisas mais ‘tolas’ que fazem com a gente e descobrir as complexidades do mundo com tanto entusiasmo.

Dormir muito e acordar querendo fazer tudo novamente. E quando menos perceber, chegar à fase adulta e esquecer tudo isso, correto? Talvez não! O fato de seguir padrões e normas sociais não significa que você tenha que se perder nesse tão confuso universo dos adultos. É preciso ter consciência de quem você é e preservar o melhor que a infância proporcionou.  Porque se isso morre, a vida se torna uma verdadeira chatice.

Viver sem sintonia com nosso corpo, mente e espírito por causa do estresse no trabalho, no trânsito ou porque algumas pessoas não vão com sua cara, é negligenciar aquilo que temos de mais puro na gente. Então nos tornarmos adultos chatos, ranzinzas e esquecemos a linda criança que fomos. E se a infância não foi tão feliz, porque não se deixar envolver com os gestos, sorrisos e brincadeiras do filho, sobrinho, priminho, afilhado ou até de uma criança que você vê passeando na rua com os pais?

Assim como os pequenos, que nós possamos preservar a disposição, sensorialidade e confiança no próximo, seja na hora de fazer um exercício físico, trabalhar, estudar, ou mesmo conviver com as pessoas. Tornar isso possível é o grande desafio mas, se nos permitirmos um pouco, veremos que pode ser muito mais fácil do que quando fazíamos isso de forma mais ‘automática’ durante a infância. Naquela época em que tínhamos a doce ilusão que bastava ser adulto para todos os problemas serem resolvidos e quando viramos um, percebemos que a grande graça da vida é justamente o contrário.

Daniella, a intensa

Sobre Daniella, a intensa

Para viver preciso acreditar nos sentimentos mais profundos que a alma humana pode oferecer. O infinito para mim é bastante atraente e o "meio termo" praticamente não existe. Tenho uma alma intensa, carismática, dramática. E é com toda essa intensidade que procuro dar o meu melhor como mãe, esposa, filha, irmã, amiga, jornalista, poetisa!

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