Trabalho e dignidade

Operários, Tarsila do Amaral

Trabalhar é preciso e parece que aqui no Brasil essa realidade se faz ainda mais necessária, afinal somamos mais de 11 milhões de desempregados, taxa mais alta desde que o IBGE passou a fazer pesquisas trimestrais sobre desemprego, há quatro anos.

Realmente o emprego formal não anda, como dizem popularmente, “dando em cacho”, mas, apesar de todas as circunstancias contraditórias no que se refere a moral, ética e dignidade de muitos que deveriam ser exemplos em seus trabalhos, ter um olhar mais profundo sobre nós é mais do que crucial no momento.

Trocar a pergunta “o que quero para mim?” para “o que quero para nós?” talvez seja uma forma de algumas respostas começarem a fazer sentido em relação a palavra trabalho. Trabalhamos para o quê mesmo? Para sermos meros consumistas ou para edificarmos nossa sociedade com nossa sabedoria?

Muitos podem até achar que as palavras amor e trabalho não possam caminhar de mãos dadas. Que a vida real é muito mais dura do que muitos imaginam. E é mesmo. Mas isso não quer dizer que a palavra amor não possa estar junto. Principalmente no nosso país onde muitos só continuam em suas profissões por puro amor mesmo! E o calo aperta em muitos lugares não é verdade?

Que neste primeiro de maio deste difícil 2016, mais do que qualquer coisa, lutemos pela dignidade no trabalho. Com ela tudo se torna viável, seja no emprego formal ou no empreendimento próprio: as oportunidades surgem, os objetivos são conquistados, o reconhecimento chega e naturalmente, permanecemos trabalhando, sendo operários da nossa própria vida!

Daniella, a intensa

Sobre Daniella, a intensa

Para viver preciso acreditar nos sentimentos mais profundos que a alma humana pode oferecer. O infinito para mim é bastante atraente e o "meio termo" praticamente não existe. Tenho uma alma intensa, carismática, dramática. E é com toda essa intensidade que procuro dar o meu melhor como mãe, esposa, filha, irmã, amiga, jornalista, poetisa!

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