O regresso

Sonhos, paixões, desejos, descobertas… Quer fase mais propícia para vivenciar intensamente tais emoções que a adolescência?

Nessa fase, começamos a colecionar referências que provavelmente nos acompanharão por toda a vida. Escritores, cantores, filósofos, atores… Ah, os atores…!

Com mais ou menos 13 anos vivenciei a tal fase de escrever em agendas ( uma espécie de diário, mas com outro nome). Lembro que eu adorava minha agenda, pois era nela que eu poderia desabafar tudo e ainda um pouco mais.

Era lá que todos os meus sonhos eram esboçados. E era numa dessas agendas, mais especificamente a do ano de 1998, que em várias páginas me dediquei a escrever e colecionar recortes de um ator que eu simplesmente era apaixonada: Léo DiCaprio. Isso mesmo: Léo. Porque na minha agenda ele era “o meu Léo” (risos).

leonardo dicaprio 1998

Naquele ano, ele estava no auge já aos 22 anos, tendo feito diversos filmes inesquecíveis. E claro, eu já tinha assistido a grande maioria: Despertar de Um Homem, Aprendiz de um Sonhador, Rápida e Mortal, Diário de um Adolescente, Eclipse de uma Paixão, Romeu e Julieta, As Filhas de Marvin, Titanic, O Homem da Máscara de Ferro, Celebridades, A Praia.

Depois de “A Praia”, lembro que minha “paixonisse” por Léo acabara. Mas, a admiração continuou, tanto que, mesmo sem acompanhar mais a carreira dele, sempre me deparava com seus filmes e adorava (dessa vez por causa da história mesmo, não mais pela paixão – risos).

E foram filmes memoráveis: Prenda-me Se For Capaz, Gangues de Nova York, O Aviador, Diamante de Sangue (chorei litros), Os Infiltrados, Rede de Mentiras, Foi Apenas Um Sonho (um reencontro maravilhoso com sua parceira de cena Kate Winslet), A Ilha do Medo (um suspense muito massa), A Origem (muuuito louco e muuuito bom), J. Edgar, Django Livre, O Grande Gatsby, O Lobo de Wall Street e agora, O Regresso. 

Minha ideia inicial de post era escrever sobre esse último filme, afinal, é por causa dele que neste domingo DiCaprio concorre pela quinta vez ao Oscar de melhor ator. Entretanto, minha atual rotina materna ainda não me permitiu grudar os olhos na grande tela.

Por isso, mais que fazer uma análise sobre o filme (certamente milhares de sites já fizeram), resolvi fazer um regresso na biografia do “Léo” através meu olhar juvenil. Tudo isso, me fez perceber o quanto a paixão pode nos levar a descobertas incríveis. Descobertas essas que anos mais tarde farão parte do nosso repertório, sugerindo ideias e argumentos, nos tornando criativos. Eis a magia da sétima arte em nossas vidas! E o Leonardo, será que levará a estatueta dessa vez? Que “os entendidos” de cinema respondam! Eu só entendo mesmo é de emoção!

Daniella, a intensa

Sobre Daniella, a intensa

Para viver preciso acreditar nos sentimentos mais profundos que a alma humana pode oferecer. O infinito para mim é bastante atraente e o "meio termo" praticamente não existe. Tenho uma alma intensa, carismática, dramática. E é com toda essa intensidade que procuro dar o meu melhor como mãe, esposa, filha, irmã, amiga, jornalista, poetisa!

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