O amor e outras mil coisas

E se a gente pudesse emoldurar o amor, colocá-lo numa moldura de cobre bem bonita e deixa-lo escancarado para os momentos de desamor.

Ou se a gente pudesse compra-lo, com parcelas a longo prazo a cada instante em que nos sentimos menos amado e, por isso, mais odiado.

E, se ao invés de disputarmos por um status social entrássemos numa competitividade pelo nível excessivo de amor.

Se as ideias políticas fossem fomentadas por amor. Se os interesses sociais fossem sobretudo para o ato de amar.

Amar, verbo intransitivo no poema de Drummond. Dispensa complemento verbal e, assim basta por si só.

Mas porque será que o homem ainda se digladia em nome e em falta de amor?

Amamos demais ou amamos de menos? É amando que se cometem os crimes passionais.

Esse sentimento contido nas histórias literárias que atravessa séculos e nutre a humanidade continua ainda inexplicável. Vivemos numa era sem amor, reduzida apenas à busca do gozo instantâneo.

Sobre Monique, a destemida

Para mim o céu é o limite. Vivo como uma adolescente que sonha em mudar o mundo. Acredito no ser humano e na força do bem sobre o mal. Curiosa por natureza e jornalista por formação, adoro conhecer pessoas por meio de suas histórias e transformá-las num belo registro fotográfico. Paixão e ousadia que me levaram aos caminhos do fotojornalismo.

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