Jogos Vorazes

Eu li a trilogia “Jogos Vorazes”, os livros contam a história de Katiniss do Distrito 12 e sua luta contra a Capital que como punição pelos Distritos terem se revoltado contra o Sistema, devem enviar 24 jovens todos os anos para lutarem até a morte num jogo chamado “Jogos Vorazes” Todos os anos, os jovens que são obrigados a participam dos jogos, só estão preocupados em sobrevier e lutam até a morte numa arena, num reality show. Uma verdadeira competição pela vida, até Katiniss ser obrigada a entrar nos jogos e se tornar um símbolo de resistência contra o Sistema somente se defendendo e tentando unir o grupo. Katiniss começa uma revolução com sua atitude que culmina com a derrota do Sistema.

Nesta semana, quando estava saindo da minha aula de dança, ouvi algumas alunas da turma seguinte conversando indignadas. Uma delas disse: – Os alunos escolheram para professora homenageada do ano aquela professora que não faz nada e a gente quer tirar da escola.

Ao ouvir isso, entrei na conversa e disse: Porque vocês ao invés de querem prejudicá-la, vocês não perguntam se ela precisa de ajuda?

Elas me olharam com tal ferocidade que não esperei a resposta da minha pergunta.

Fiquei pensando, porque as pessoas agem assim? Porque não se colocam no lugar da outra?

Porque tanta rivalidade? Tanta competição? Há espaço para todos neste mundo, não é preciso destruir os outros para se sentir por cima.

O mundo seria bem melhor se as pessoas fossem mais humanas e solidárias umas com as outras. Ao invés de lutarem até a morte como se estivessem nos Jogos Vorazes.

Quanto a mim, a vida me ensinou que a única pessoa com quem devo  competir é comigo mesma. É a única competição que enfrento todos os dias. A cada dia quero me superar, ser melhor que eu mesma. E é assim que quero ser até o fim dos meus dias, não quero competir nos Jogos Vorazes da Vida, quero competir comigo mesma para tornar a minha vida e a vida dos que me cercam melhor a cada dia.

 

Acir, a viajante

Sobre Acir, a viajante

Faço do mundo a minha morada, conhecendo lugares nunca vistos. Conheço a mim mesma me vendo em outros rostos, em outras culturas. O meu encontro e encanto com outros mundos é o encontro e encanto com uma parte adormecida e inexplorada em mim, que anseia pelo desconhecido.

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