HOMÉRICAS SÃO AS EPOPEIAS DE UM BEIJO MEDITERRÂNICO – FINAL

HOMÉRICAS SÃO AS EPOPEIAS DE UM BEIJO MEDITERRÂNICO – FINAL 2

Há quem a considere uma deusa, há quem a chame de bruxa. Mas há os que conhecem a fêmea que habita naquele corpo, ou seria templo?

E reza a lenda que nem todos os seus delírios estavam inseridos no currículo lattes. Ela é toda visceral e minuciosamente movida por desejos. De seus lábios os sons ecoam acusticamente, é o fenômeno da progesterona em ação.

Nela, tudo é intenso, tudo é faraônico. Tudo é homérico.

Seus prazeres são uma sucessão de eventos extraordinários, com olhares famintos e boca sedenta. Uma epopeia retumbante com a efervescência dos sentidos.

Embora algumas ousadias gregas ainda não foram absorvidas do lado de cá, enaltecemos a virilidade dos tupiniquins. Ainda bem que do Oriente ao Ocidente, tudo se agiganta, sejam os lábios – grandes e pequenos – e o falo.

Que a parcimônia não seja alusiva ao sexo. E que os beijos nacionais sejam tão intensos quanto os ‘gregos’. Afinal, na utilização de lábios e línguas como ferramentas exploratórias, historicamente, os gregos se comunicam muito bem em sua oralidade.

Quem dera que homericamente fosse explorado o beijo mediterrânico.
Deveras que fosse.

Cristiane, a progesterônica

Sobre Cristiane, a progesterônica

Minha voz ecoa entre as pernas, advinda dos grandes e pequenos lábios. Na condição de fêmea, experimentando o cio, incitando vontades e provocando ardores. Ávida, me fecundo. Chego úmida e sedenta. Sem amarras, eu chego às terças.

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