Empatia

Empatia 1

Quando voltei para a escola, depois de ter perdido, minha mãe, uma grande amiga, a Erika me disse que não tinha ido me visitar porque pensou que eu quisesse ficar sozinha. Respondi-lhe que todo mundo pensou assim. Isso a afetou profundamente e ela me mando uma comovente pedindo desculpas por pensar como todo mundo.

A verdade é que num momento desses, a gente não sabe bem o quer, uma hora você quer seus amigos com você, ao mesmo tempo você que ficar sozinha, mas não quer ficar só. Nosso emocional fica tão confuso e abalado que temos que dar tempo ao tempo para nos refazer. E precisamos do carinho e paciência dos nossos amigos.

Uma vez alguém me disse que uma coisa é saber que tal situação acontece e outra coisa é viver, sentir na pele a situação. E estar passando por essa perda, fez-me entender como as pessoas se sentem e já não penso mais como todo mundo.

A Erika é de uma empatia e sensibilidade incríveis, agradeço a ela por mostrar-me o caminho para o crescimento. Eu precisei vivenciar e sentir a morte presente para entender que ela é real, que ela pode arrancar de nós aqueles que mais amamos.

No site http://www.significados.com.br traz a definição de empatia: Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais”.

 

Que possamos desenvolver  sensibilidade e  empatia pelas pessoas, pelo natureza, ensinar a nossos filhos a se colocarem no lugar do outro, assim construiremos um mundo melhor.

Acir, a viajante

Sobre Acir, a viajante

Faço do mundo a minha morada, conhecendo lugares nunca vistos. Conheço a mim mesma me vendo em outros rostos, em outras culturas. O meu encontro e encanto com outros mundos é o encontro e encanto com uma parte adormecida e inexplorada em mim, que anseia pelo desconhecido.

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