Correr riscos

Esta semana estive com alguns amigos comemorando o aniversário de uma amiga querida.
Uma de nossas amigas, acaba de voltar ao Brasi, é uma mulher inteligentíssima e com um currículo invejável, mas está com dificuldades de encontrar um emprego.
Ela nos disse que já chegou a tirar no seu currículo o seu mestrado e sua fluência em Mandarim para ver se a chamam para entrevistas.
Um de nossos amigos, disse a ela que deveria lançar-se num negócio próprio devido à sua experiência comercial entre Brasil e China.
Nossa amiga advogada expos todos os riscos de se abrir uma empresa no Brasil e os riscos são tantos que eu que não estava envolvida na futura empresa, tive vontade de sair correndo gritando!
Fiquei pensando se eu consultasse um advogado para saber o risco que corro quando saio de casa para caminhar no meu parque preferido todas as manhãs de sábado, certamente ele diria que eu poderia bater o carro, poderia atropelar alguém ou se atropelada, sofrer um sequestro relâmpago, etc, etc… E eu não sairia da cama!
Riscos, todos nós corremos desde de sempre. É um risco o nascimento, tanto para a mãe quanto para a criança. Viver é um risco.
Creio que nascemos para correr riscos, nos aventurar nesta jornada maravilhosa que se chama vida. E não corremos os riscos, nunca saberemos se daria certo ou não.
Se eu não corresse o risco de ser mãe (e isso quase nos matou, meu filho e eu), mas não nos matou. E eu pude ter essa experiência maravilhosa que é ser mãe.
Se arriscar faz parte da vida humana. Quantas coisas maravilhosas temos no mundo, fruto de pessoas que se arriscaram a acreditar em seus sonhos e ajudaram o mundo a ser um lugar melhor.
Eu gosto muito daquela frase que diz: “Não sabendo que era impossível, foi lá e fez.” Certamente quem foi lá e fez, se arriscou.
Riscos correremos sempre, fracassaremos algumas vezes e teremos sucesso outras vezes, faz parte do risco de estar vivo, do risco de viver.

Acir, a viajante

Sobre Acir, a viajante

Faço do mundo a minha morada, conhecendo lugares nunca vistos. Conheço a mim mesma me vendo em outros rostos, em outras culturas. O meu encontro e encanto com outros mundos é o encontro e encanto com uma parte adormecida e inexplorada em mim, que anseia pelo desconhecido.

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