2016: eu sobrevivi

Este realmente vai ser um ano difícil de esquecer. Marcado por uma crise econômica, com o desemprego em alta e as famílias de classe média tendo que se adaptar a um novo padrão de vida, 2016 foi um ano de instabilidade e insegurança para aqueles que queriam vender, investir e empreender. E não há como ignorar que ainda teremos que conviver por mais alguns anos com esta instabilidade econômica e seus reflexos sociais.

Na política, além do golpe transvestido de impeachment, 2016 foi o ano das ocupações nas escolas devido à reforma do ensino médio, da reforma trabalhista, que muda as regras da aposentaria, da a “PEC da maldade”, que congela os gastos públicos por 20 anos e das investigações da lava jato com mais de 60 presos.

2016 teve de tudo: atentados terroristas, estupro coletivo, terremotos e furacões, o drama dos refugiados sírios, Donald Trump assumindo a casa branca, aviões caindo como nunca se viu antes, incluindo a tragédia da Chapecoense e o poder da devastador do zika vírus fazendo surgir uma geração de crianças com microcefalia.

Neste período também perdemos Prince, Eike maravilha, Muhamad Ali, Ferreira Goulart, Domingos Montagner e até o professor Girafales.

Ufa! 2016 está acabando e para não criar expectativas demais com o ano que está pela frente, vale a pena investir nos próprios acontecimentos marcantes do seu ano, ou seja, nas pequenas conquistas individuais, nos momentos inesquecíveis em família, naquela declaração de amor inesperada, na meta que você conseguiu cumprir, etc. É uma pena que a gente não se lembre de tudo!

2016: eu sobrevivi 1Uma dica é criar um potinho de realizações onde você vai, ao longo do ano, depositando vários papeizinhos com um momento que você não quer esquecer. Ao final de 2017 o potinho é aberto e você vai se pegar rindo a toa ao relembrar de tudo o que viveu e de como aquele ano valeu a pena, apesar de qualquer coisa.

E ai, que tal fazer a sua própria retrospectiva de momentos marcantes?

Mariana, a sensível

Sobre Mariana, a sensível

Sou apaixonada por tudo que se move ou move algo dentro de mim. O diferente me fascina e o improvável me desafia a querer me superar em todos os sentidos. De modo geral, acredito nos ensinamentos do mestre Mahatma Gandhi: de modo suave, você pode sacudir o mundo.

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